CBB

Em 1995, a Confederação Brasileira de Basquete, dirigida pelo Prof. Renato Brito Cunha, buscava uma agência de marketing esportivo que comercializasse os eventos das seleções brasileiras e do campeonato brasileiro.

A CBB possuía apenas dois patrocinadores: a CAIXA, insatisfeita com o retorno de seu investimento no patrocínio das seleções, e a CONVERSE, fornecedora de material esportivo, que desistiu naquele ano de apoiar a CBB.

Não havia transmissão ao vivo do campeonato brasileiro e apenas alguns jogos da seleção eram transmitidos. Além disto, o basquete, ao contrário da maioria dos países ,onde normalmente é o 2ºesporte, no Brasil estava (e voltou a estar) atrás do Futebol, Voley, Tênis, Automobilismo entre outros esportes na preferência o público.

Solução e Resultados
  • Divisão do Calendário do Basquete nacional em 3 etapas
  • Em 9 meses, passamos de um para seis clientes. As verbas de patrocínio cresceram de USD 600 mil para USD 6 milhões.
  • A média de público subiu de 500 para cerca de 2 mil pessoas por partida.
  • Em 1996 o basquete obteve a segunda melhor audiência do canal SporTV.
  • Em 1997 a SportLink produziu o Mundial de Basquete Juvenil (feminino) em NATAL (RN). A média de público foi de 5.000 pessoas e o sucesso foi reconhecido por parceiros e patrocinadores, além da própria FIBA.